Uma exposição de arte que reúne xilogravuras e pinturas de Ciro Fernandes, costurada pelas origens do artista e pela relação com sua mãe, revelando suas raízes no sertão e sua trajetória até o Sudeste.
30 OUT. 202631 JAN. 2027
- Onde
- Sesc Nova Friburgo
Rio de Janeiro
Sala de Exposições - Idealização
- Mariana Lannes e Alessandro Zoe
- Curadoria
- Thayná Trindade

Ouça a exposição
Cada obra tem um QR code ao lado da legenda, com o mesmo número desta lista. Escolha uma faixa para ouvir a audiodescrição ou ler o texto. Se puder, use fones de ouvido.
Comece pelo roteiro da visitaComo a exposição está organizada e como andar pelo espaçoOrigem
A infância de Ciro, a relação com a mãe e as primeiras experiências com a arte.
- 05BarcosSocorro Cavalcanti
- 12RiachoSocorro Cavalcanti
- 17ColheitaXilogravura, 2004
- 19Primeiro registro artísticoDesenho na parede da casa da avó, reproduzido na exposição
- 20ParaísoXilogravura, 2000
- 21Paraíso, matrizMatriz em madeira
- 23Sítio CanadáSocorro Cavalcanti
- 26Colheita e A Grande ColheitaSocorro Cavalcanti e Ciro Fernandes
- 31Caju, matrizMatriz em madeira
- 32BonecaSocorro Cavalcanti
Passaredo
Os pássaros que Ciro observa desde menino, e que também falam dos caminhos e voos da sua trajetória.
As Mulheres
As figuras femininas da obra de Ciro, em diálogo com a sensibilidade e as referências da sua formação.
- 01O Pássaro da MulherXilogravura, 1985
- 02O Pássaro da Mulher, matrizMatriz em cedro, 1985
- 04SonataTinta acrílica sobre tela, 1986
- 06CirandaXilogravura, 1994
- 07Maria Joana CangaceiraXilogravura, 1981
- 18O Pássaro da Mulher, pinturaTinta acrílica sobre tela, 1983
- 22MulheresTinta acrílica sobre tela, 2004
- 25Três GraçasXilogravura e matriz em cedro, 1994
Natureza
A ligação do artista com a fauna e a flora, das paisagens do sertão às criações posteriores.
Textos da exposição
Os textos das paredes, lidos na íntegra.
Espaços
A prensa, o espaço interativo e o minidocumentário.
Curiosidades
- O primeiro desenho continua na parede
Por volta dos dez anos, Ciro desenhou bichos com carvão na parede da casa dos avós. A família preservou o desenho, que está intocado até hoje. A reprodução está no QR 19.
- “Cana dá”
O Sítio Canadá, onde Ciro foi criado em Uiraúna, ganhou esse nome porque ali a cana dava em abundância.
- A seca que mudou tudo
Em 1958, aos dezesseis anos, a seca levou Ciro a deixar a Paraíba. Ele passou por Natal e São Paulo antes de chegar ao Rio de Janeiro.
- Muitos ofícios antes da gravura
Ciro foi cobrador de ônibus, soldador, operário e pintor de paredes. No Rio, pintava bois para açougues e cartazes para o comércio.
- Uma porta virou matriz
As Três Graças foram entalhadas numa antiga porta de madeira. A porta e a gravura estão lado a lado na exposição.
- Pássaros de volta para casa
Em 2018, Ciro construiu a Catedral dos Pássaros na praça central de Uiraúna, a cidade cujo nome quer dizer pássaro preto.
Quanto você sabe sobre Ciro?
Seis perguntas sobre a vida e a obra do artista. As respostas estão espalhadas pela exposição.
Acessibilidade
A exposição oferece audiodescrição de todas as obras e textos, matrizes de madeira que podem ser tocadas, placas em braille e piso tátil. O minidocumentário tem fone de ouvido e um banco para sentar.
Nesta página, cada faixa traz também o texto completo, para quem prefere ler.