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Uma exposição de arte que reúne xilogravuras e pinturas de Ciro Fernandes, costurada pelas origens do artista e pela relação com sua mãe, revelando suas raízes no sertão e sua trajetória até o Sudeste.

30 OUT. 202631 JAN. 2027

Onde
Sesc Nova Friburgo
Rio de Janeiro
Sala de Exposições
Idealização
Mariana Lannes e Alessandro Zoe
Curadoria
Thayná Trindade
Gravura Uiraúnas: um bando de pássaros pretos voando em fila, com pássaros cinza-claro atrás, como um eco do voo.
Uiraúnas, xilogravura de Ciro Fernandes, 2001

Ouça a exposição

Cada obra tem um QR code ao lado da legenda, com o mesmo número desta lista. Escolha uma faixa para ouvir a audiodescrição ou ler o texto. Se puder, use fones de ouvido.

Comece pelo roteiro da visitaComo a exposição está organizada e como andar pelo espaço

Curiosidades

  1. O primeiro desenho continua na parede

    Por volta dos dez anos, Ciro desenhou bichos com carvão na parede da casa dos avós. A família preservou o desenho, que está intocado até hoje. A reprodução está no QR 19.

  2. “Cana dá”

    O Sítio Canadá, onde Ciro foi criado em Uiraúna, ganhou esse nome porque ali a cana dava em abundância.

  3. A seca que mudou tudo

    Em 1958, aos dezesseis anos, a seca levou Ciro a deixar a Paraíba. Ele passou por Natal e São Paulo antes de chegar ao Rio de Janeiro.

  4. Muitos ofícios antes da gravura

    Ciro foi cobrador de ônibus, soldador, operário e pintor de paredes. No Rio, pintava bois para açougues e cartazes para o comércio.

  5. Uma porta virou matriz

    As Três Graças foram entalhadas numa antiga porta de madeira. A porta e a gravura estão lado a lado na exposição.

  6. Pássaros de volta para casa

    Em 2018, Ciro construiu a Catedral dos Pássaros na praça central de Uiraúna, a cidade cujo nome quer dizer pássaro preto.

Quanto você sabe sobre Ciro?

Seis perguntas sobre a vida e a obra do artista. As respostas estão espalhadas pela exposição.

Acessibilidade

A exposição oferece audiodescrição de todas as obras e textos, matrizes de madeira que podem ser tocadas, placas em braille e piso tátil. O minidocumentário tem fone de ouvido e um banco para sentar.

Nesta página, cada faixa traz também o texto completo, para quem prefere ler.