Roteiro da visita
Apresentação da exposição e descrição do espaço
Texto da audiodescrição
Bem-vindo à exposição Caju, A Natureza de Ciro Fernandes, no Sesc Nova Friburgo. Esta faixa apresenta a exposição e descreve o espaço, para ajudar você a se orientar durante a visita.
A exposição reúne pinturas, xilogravuras e matrizes de madeira do artista paraibano Ciro Fernandes, além de obras de sua mãe, a pintora Maria do Socorro Cavalcanti. As obras estão organizadas em quatro núcleos: Origem, Passaredo, As Mulheres e Natureza.
Cada obra tem seu próprio QR Code, num adesivo na parede, junto à legenda. Ao ler o código com o celular, você ouve a audiodescrição daquela obra. Algumas matrizes de madeira podem ser tocadas, e o áudio de cada uma avisa quando isso é possível.
O percurso tem três ambientes em sequência: o hall de entrada, o foyer e a galeria.
O hall. Você entra por uma fachada de vidro. Na parede à direita estão os textos de apresentação da exposição. No centro do hall fica o Espaço Interativo, com quebra-cabeças de madeira inspirados nas matrizes de Ciro, para todas as idades. À frente, uma divisória de vidro, com uma abertura no meio, leva ao foyer.
O foyer. Na parede em frente fica a televisão com o minidocumentário sobre Ciro, com fone de ouvido e um banco para sentar. Na parede à esquerda está a ficha técnica da exposição. À direita, uma passagem de um metro e oitenta de largura, marcada pelo nome da exposição, leva à galeria.
A galeria é uma sala comprida, que se estende à frente de quem entra. Na parede por onde você entrou, uma de cada lado da passagem, ficam as gravuras Galo e Uirapuru.
Logo na entrada, à sua frente, há um painel. Na face voltada para você está a pintura Sítio Canadá, de Socorro Cavalcanti. Contornando o painel, na face de trás, ficam a pintura Barcos, também de Socorro, uma citação de Ciro e, sobre um totem verde, a Boneca de pano feita por Socorro.
No centro da galeria há dois bancos para sentar.
Na parede da direita, a partir da entrada, estão a pintura Riacho, de Socorro Cavalcanti, e as gravuras Pastoral, Caju, Bem-Te-Vi e Uiraúnas. Mais adiante, a parede avança, e ali ficam a gravura O Pássaro da Mulher e a sua matriz. Logo depois, um recuo abriga a pintura Sonata e, ao fundo dele, a gravura Três Graças, ao lado da sua matriz.
Na parede do fundo da galeria está a grande xilogravura Araguaia, com a matriz logo abaixo, ao alcance das mãos.
Na parede da esquerda, a partir da entrada, estão uma citação de Ciro, as obras Colheita, de Socorro, e A Grande Colheita, de Ciro, lado a lado, e as gravuras Trepadeiras, Iemanjá, Maria Joana Cangaceira e Ciranda. Pela galeria, sobre totens pretos, estão as matrizes Tucanos e Caju, que podem ser tocadas.
No fundo da sala, à esquerda, novas paredes formam um pequeno ambiente. A parede voltada para quem chega tem uma abertura em forma de olho, com o centro a um metro e trinta do chão. Do lado de fora, voltadas para a galeria, ficam a gravura Paraíso e a sua matriz. Do lado de dentro estão a prensa de xilogravura, com ferramentas do artista, a pintura Dá o Pé, a reprodução do primeiro desenho de Ciro, a pintura O Pássaro da Mulher e a tela Mulheres.
Fique à vontade para percorrer a exposição no seu ritmo. Boa visita.